quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Corta- Mato

No dia 18 de Janeiro fomos com o professor de Língua Portuguesa ver o corta – mato que se realizou na escola de Colos.
Vieram cá alguns alunos das escolas de Sabóia, S. Teotónio e Vila Nova de Mil Fontes.
Este corta – mato foi realizado por os professores de Educação Física e os alunos do PIEF.
É tradicional fazer este corta – mato cá na escola. O Diogo costuma participar mas, agora não porque estava lesionado.
Havia equipas femininas e masculinas dos escalões conforme a idade.
No final todos os alunos que participaram foram almoçar a cantina da escola. Foi pena termos voltado para a sala a meio, mas gostei de ir.
Imagem in:corta - mato

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Morreu o Sebastião ( resumo do livro)

Era uma vez uma velhota chamada Serafina que não sabia ler. Ela tem 5 filhos a viver em citíos
 diferentes. Como não sabe ler nem escrever quem lhe lê e escreve as cartas é o Sebastião, o Sacristão.Para lhe pagar os favores que ele lhe faz a tia Serafina vai a loja da Dona Preciosa. Compra um pacote de açúcar e pede-lhe que embrulhe e pede para entregar ao Sebastião.
Um dia a Tia Serafina sai de casa para ir ter com o Sebastião para ele lhe escrever uma carta ao seu filho Inácio. Encostada a um pau ela lá foi até a casa do Sebastião. Quando chegou á casa do Sebastião bateu á porta mas ninguém respondeu.

- Sebastião! Sebastião!

Respondeu um melro que estava poisado num cimo de uma cerejeira.

Triste por não ter encontrado o Sebastião voltou para casa. Ao fechar a porta do quintal deu um grito que até espantou o melro.
 O
Sebastião estava morto no quintal dentro de um rego com a cara espetada na terra. Pouco tempo depois a Tia Serafina embrulhada em lágrimas.

Ao fim de algum tempo as pessoas vieram e disseram-lhe que o que ela tinha visto era um espanta pardais jovens vestido com as roupas do Sebastião.
 
Autor:
Professor do ensino básico, sempre leccionou em escolas do meio rua. Do mesmo autor a caminho publicou o romance Pardinhas na colecção Caminho  jovens .


Opinião: Gostei da história, gostei daquela parte em que ele estava caído dentro do rego.
imagem in:antonio-mota

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Atum

Ontem, quando me preparava para almoçar, o atum disse-me:
-Bom dia.
Eu fiquei muito admirado, mas també lhe disse bom dia.
Estivemos a conversar algum tempo a conversar, ele esteve a desa  bafar comigo.
Ele esteve-me a contar que andava a fugir de uns pescadores que queriam muito atum para fazer um grande almoço.Ele queria salvar a sua familia. Depois perguntei-lhe se ele queria que eu o deitasse novamente ao mar, mas ele disse-me que afamilia já não estava no mar já estava com os pescadores. Então leveio e fomos salvar a sua familia. Quando lá chegamos tireios de lá e metios num grande aquario.
imagem in:cavesmathias

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

                                                              A Matança do porco



Era uma vez um senhor chamado David Ferreiro, que tinha um porco muito gordo.

A tia Elisa estava sempre a dar-lhe comida. Quando chegava o Inverno a tia Elisa fazia-lhe sempre uma boa cama com palha para ele não ter frio. No dia da matança lá apareceu a familia do David Ferreira para matarem o porco. A tia Elisa não ficou muito contente até le vieram as lagrimas aos olhos por não ter junto de si o seu filho mais novo o Rodriguinho qeue é policia.

O bicho era tão grande que um dos netos, o David que além de neto também era afilhado do David Ferreiro fez questão de tirar uma fotografia ao animal embora a mãe não deixasse pois não valia a pena gaster dinheiro com um bicho daqueles.

O velho não gostou das pelavras da nora e disse que até era uma boa ideia e estava disposto a pagar 100 mil euros pelo retrato.

A tia Elisa queria figir de casa para não ouvir os gritos do se bichinho.

Como era muito pesado não se atreveram a leva-lo em peso.

A unica maneira de o tirarem da li foi toda a gente que lá estava saisse dali apenas a tia Elisa a dizer com uma voz muito tremeliqueira:

- Ruchino, ruchino, quia, quia...

Então o bicho saiu do ninho e foi meter-se mesmo aõ pé do carro de bois.

Quando o tio Zé Galo o sangrou a tia Elisa já ali não estava foi-se meter dentro de casa e tapou os ouvidos.

O bicho de chicha que só visto. Até me calhou uma febrinha que eu assei nas brasas da lareira com umas pintas de sal.

Carne de luxo!


Autor: António Mota


António Mota nasceu em 1957 em baião, distritodo Porto.

Professor do ensino básico, sempre leccionou em escolas do meio rura. Do mesmo autor a caminho publicou o romance Pardinhas na coleção Caminho jovens.





Opinião: Gostei do livro muito engraçado.
 matanaa-porco

Trabalho de Poesia


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Diario



Olá querido diário.
Hoje vou-te contar mais uma história sobre o meu dia.

Hoje á hora do almoço quando estava a almoçar em casa a minha comida não queria que eu a comesse. Era frango e não queria ser comido depois começou a saltar dentro do prato.Ele começou a gritar: não, não. E eu até me assustei.

Ontem á tarde lembrei-me e fui passear enquanto passeava e convidaram-me
para ir ver uma casa que era ao contrário.
Lá por dentro aquilo estava tudo ao contrário. Estava lá uma grande desarrumação. As paredes eram pretas, as mesas não tinham pernas, as pessoas andavam pelas paredes.
Ontem pelas 18:00h ia a passar pela rua e uns amigos apresentaram-me o presidente da república. El começou a falar e nunca mais se calava. Depois perguntei-lhe se ele não sabia anedotas e ele contou-me uma.
Eu hoje fui ao mercado
E comprei um grande melão
Depois comi um gelado
Também comprei um quilo de feijão.


Hoje quando entrei em casa e me meti em cima do tapete, ele começou a voar. Depois começou a voar cada vez mais alto. Quando estava a voar começou a chover e eu molhei-me todo. Apanhei uma grande constipação, depois vomitei e o vomito caio em cima de algumas pessoas. Passado mais algum tem fui contra a uma árvore e cai nesse momento foi quando acordei do sonho.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

poema

Ele é magro e alto
Tem o cabelo preto
um dia foi a um concerto
e viu-se num grande aperto

Ele tem  falta de um amor
para curar aquela dor
Porque se estiver sozinho
Pode cometer alguma loucura

Então decide mudar de visual.