quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

                                                              A Matança do porco



Era uma vez um senhor chamado David Ferreiro, que tinha um porco muito gordo.

A tia Elisa estava sempre a dar-lhe comida. Quando chegava o Inverno a tia Elisa fazia-lhe sempre uma boa cama com palha para ele não ter frio. No dia da matança lá apareceu a familia do David Ferreira para matarem o porco. A tia Elisa não ficou muito contente até le vieram as lagrimas aos olhos por não ter junto de si o seu filho mais novo o Rodriguinho qeue é policia.

O bicho era tão grande que um dos netos, o David que além de neto também era afilhado do David Ferreiro fez questão de tirar uma fotografia ao animal embora a mãe não deixasse pois não valia a pena gaster dinheiro com um bicho daqueles.

O velho não gostou das pelavras da nora e disse que até era uma boa ideia e estava disposto a pagar 100 mil euros pelo retrato.

A tia Elisa queria figir de casa para não ouvir os gritos do se bichinho.

Como era muito pesado não se atreveram a leva-lo em peso.

A unica maneira de o tirarem da li foi toda a gente que lá estava saisse dali apenas a tia Elisa a dizer com uma voz muito tremeliqueira:

- Ruchino, ruchino, quia, quia...

Então o bicho saiu do ninho e foi meter-se mesmo aõ pé do carro de bois.

Quando o tio Zé Galo o sangrou a tia Elisa já ali não estava foi-se meter dentro de casa e tapou os ouvidos.

O bicho de chicha que só visto. Até me calhou uma febrinha que eu assei nas brasas da lareira com umas pintas de sal.

Carne de luxo!


Autor: António Mota


António Mota nasceu em 1957 em baião, distritodo Porto.

Professor do ensino básico, sempre leccionou em escolas do meio rura. Do mesmo autor a caminho publicou o romance Pardinhas na coleção Caminho jovens.





Opinião: Gostei do livro muito engraçado.
 matanaa-porco

Trabalho de Poesia


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Diario



Olá querido diário.
Hoje vou-te contar mais uma história sobre o meu dia.

Hoje á hora do almoço quando estava a almoçar em casa a minha comida não queria que eu a comesse. Era frango e não queria ser comido depois começou a saltar dentro do prato.Ele começou a gritar: não, não. E eu até me assustei.

Ontem á tarde lembrei-me e fui passear enquanto passeava e convidaram-me
para ir ver uma casa que era ao contrário.
Lá por dentro aquilo estava tudo ao contrário. Estava lá uma grande desarrumação. As paredes eram pretas, as mesas não tinham pernas, as pessoas andavam pelas paredes.
Ontem pelas 18:00h ia a passar pela rua e uns amigos apresentaram-me o presidente da república. El começou a falar e nunca mais se calava. Depois perguntei-lhe se ele não sabia anedotas e ele contou-me uma.
Eu hoje fui ao mercado
E comprei um grande melão
Depois comi um gelado
Também comprei um quilo de feijão.


Hoje quando entrei em casa e me meti em cima do tapete, ele começou a voar. Depois começou a voar cada vez mais alto. Quando estava a voar começou a chover e eu molhei-me todo. Apanhei uma grande constipação, depois vomitei e o vomito caio em cima de algumas pessoas. Passado mais algum tem fui contra a uma árvore e cai nesse momento foi quando acordei do sonho.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

poema

Ele é magro e alto
Tem o cabelo preto
um dia foi a um concerto
e viu-se num grande aperto

Ele tem  falta de um amor
para curar aquela dor
Porque se estiver sozinho
Pode cometer alguma loucura

Então decide mudar de visual.

PAGINA 220 EX 2

Dou guardia e afecto as crianças
que presisam de um tecto.


     imagem in:pedagogia

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A dança do p




Um dia o pato, o piriquto, o papagaio,

o pintacilgo, o papa-formigas e a piriquita

repararam que os seus nomes começavam

todos por P.

Disseram ao mesmo tempo:

Que bonito!

 O pavão, o peixe, o pica-pau 
e o pardal lá na quinta também repararam

que os seus nomes começavam todos por P.

E disserram: Que bonito!

Veio logo uma pata de longe,

a gritar. Esperem, esperem aí

por mim.                                                 imagem in:.saudeanimal

Livro de poesia

                                     Jardim do mar

“Vi um jardim que se desenrolava

ao longo de uma encosta suspeno

Milagrosamente sobre o mar

Que do largo contra ele cavalgava

Desconhecido e imenso”.

Este poema fala sobre um jardim do mar.


É um jardim que tem flores selvagens e duras, também tem catos, caminhos de areia, pinheios.

É aspero e salgado as petalas das plantas são redondas é um jardim em que a água chama e devora e devora. O vento batalha, nú aspero e desvastado.



A autora- deste livro é Sophia de Mello Brayner Andresen. Nasceu no porto, a 6 Novembro de 1919, morreu em Lisboa no dia 2 de Julho de 2004. Frequentou o curso de Filogia Clássica da Universidade  de Lisdoa entre 1940e 1942.

Casou em 1946com Francisco de Sousa Tavares, razão pela qual, a partir desse ano, passou a viver em Lisboa.

Desse casamento teve 5 filhos.

Começou a publicar poemas em 1940 nos Cadernos de Poesia, tendo entre 1944 e 1997, públicandocatorze livros de poesia.

Também escreveu contos, peças de teatro, artigos de opiniao e curtos ensaios.

Opinião-Gostei do livro tem poemas muito bons.


imagem in:insidebb